Após a veiculação de uma propaganda eleitoral do candidato Flávio, surgiram alegações de que um erro de processamento teria causado a ausência do áudio na transmissão. De acordo com diversas emissoras que participaram da veiculação, o material enviado pelo partido estava em conformidade com as exigências técnicas e não apresentava problemas que justificassem a falha.
As associações de emissoras de rádio e televisão, responsáveis por garantir a legalidade e a qualidade das propagandas eleitorais, destacaram que a ausência do áudio não foi uma falha de sua parte. Eles enfatizam que o arquivo foi recebido em perfeitas condições e que todos os protocolos foram seguidos rigorosamente. Em resposta a essa situação, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) também reconheceu que o problema pode ter se originado de uma falha técnica, mas ainda investiga os detalhes que levaram à interrupção da transmissão sonora.
A falta de áudio em uma propaganda eleitoral pode ter um impacto significativo na comunicação de mensagens políticas, especialmente em um período em que os candidatos buscam conquistar a atenção e a confiança do eleitorado. O episódio levanta questões sobre a responsabilidade das plataformas de comunicação e a necessidade de um sistema mais robusto que minimize os riscos de falhas técnicas nesse tipo de transmissão. Com as eleições se aproximando, a expectativa é de que tanto as emissoras quanto o TSE tomem medidas para evitar que situações como essa se repitam, garantindo que todos os candidatos tenham a oportunidade de se expressar plenamente durante a campanha.