Polícia Federal abre procedimento para investigar disparo de arma de Milton Ribeiro em aeroporto

Escrito por   em 27/04/2022

Ex-ministro da Educação, Milton Ribeiro
Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil

 

A Polícia Federal abriu um procedimento preliminar para apurar as circunstâncias do disparo acidental feito pelo ex-ministro da Educação Milton Ribeiro, no aeroporto de Brasília, na segunda-feira. Duas pessoas prestaram depoimento sobre o ocorrido, nesta terça, entre elas, a funcionária terceirizada da Gol que foi atingida por estilhaços. Segundo a companhia aérea, ela não se feriu gravemente e passa bem.
Agora, a PF irá analisar se Ribeiro deve ou não responder a um inquérito. A acusação mais grave contra o ex-ministro seria lesão corporal culposa, com pena de dois meses a um ano.
A arma de fogo de Milton Ribeiro disparou acidentalmente no aeroporto de Brasília, no balcão da Latam, deixando uma funcionária da Gol ferida por estilhaços. Ribeiro foi conduzido à sede da Polícia Federal para prestar esclarecimentos sobre o ocorrido.
No depoimento, o ex-ministro alegou que decidiu abrir a pasta onde estava a arma para separá-la do carregador e que neste momento, ocorreu o disparo. A arma, segundo ele, foi manuseada dentro da pasta. A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) prevê a retirada da munição antes do embarque em um local específico, dentro do aeroporto de Brasília.
Ainda de acordo com Ribeiro, não havia outros passageiros no balcão além de uma funcionária da Latam, que não ficou ferida. O ex-ministro também alegou que logo após o disparo perguntou se havia feridos por estilhaços, mas “não apareceu qualquer vítima”, disse.
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