Ícone do Instagram FIQUE POR DENTRO

Vitória da extrema direita na França afetará guerras, Mercosul e clima

Membro permanente no Conselho de Segurança da ONU e potência nuclear, a França tem sua política externa em grande parte definida por seu presidente. De fato, em um recente encontro com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), Emmanuel Macron deixou claro que nada mudaria nesse setor.

Mas o homem que pode assumir o cargo de primeiro-ministro pela extrema direita, Jordan Bardella, já deixou claro que vai confrontar o posicionamento de Macron no mundo e que considera que não existe um consenso legal sobre a atribuição exclusiva da presidência a dar a cartas em temas de defesa e de diplomacia.

Ainda durante a campanha, Bardella já anunciou que não vai permitir que a França envie tropas para a Ucrânia ou que se engaje em uma guerra direta contra a Rússia, uma proposta que chegou a ser considerada por Macron.

Sem qualquer experiência em governos, o líder de apenas 28 anos também indicou que vai usar seu eventual posto de primeiro-ministro para barrar o envio de certas armas para Kiev. Para isso, porém, ele terá de formar maioria no segundo turno, no próximo domingo (7).

O movimento de extrema direita foi acusado de manter relações com Vladimir Putin, inclusive com financiamento para suas campanhas no passado. Foi o mesmo partido que sugeriu que a França não devesse integrar o comando da Otan.

Mercosul ainda mais distante

Um governo da extrema direita também ameaça enterrar de vez qualquer perspectiva de um acordo comercial com o Mercosul. O grupo de Le Pen tem como parte de sua base justamente o setor rural, a maior resistência contra qualquer tipo de abertura comercial ao Brasil.



Envie sua mensagem: (21) 96965-4710

COMPARTILHE

plugins premium WordPress
Iniciar Conversa
Oi, posso ajudar?
Olá! Obrigado por ouvir a Rádio Graça e Paz, qualquer coisa é só chamar!
Iniciar Conversa
Oi, posso ajudar?
Olá! Obrigado por ouvir a Rádio Graça e Paz, qualquer coisa é só chamar!